São 40.000 apenas na capital e o número não para de crescer, caaaraca, é muita mina !! rsrsrs
Para especialistas, o surgimento de campeãs ajudou no crescimento do
número de interessadas. “É uma influência direta dos bons resultados das
brasileiras em torneios no exterior, como a Karen Jones, campeã em 2006
de um circuito por República Checa, Estados Unidos e Canadá”, afirma o
vice-presidente da Confederação Brasileira de Skate, Edson Scander. “As
marcas deixaram de investir apenas nos homens e se voltaram também para
elas.” Nesse processo, três paulistanas — Ligiane Antunes, Reine
Oliveira e Laura Alli — fecharam recentes contratos de patrocínio para
2012. O que é expressivo, considerando que apenas a carioca Christie
Aleixo ganhava dinheiro como skatista no país até o ano passado. Desde
2006, o número de torneios oficiais com categoria feminina na capital
saltou de três para dez. Já os prêmios para as campeãs passaram a girar
em torno de 10.000 reais — dez vezes mais do que há cinco anos.
Projetos de incentivo também colaboraram para o recente boom. Desde
2010, a Associação Feminina de Skate colocou mais de 3.000 meninas em
contato com a modalidade na capital por meio de campeonatos, aulas e
oficinas, além de apoiar a única competição exclusiva para mulheres em
São Paulo. A edição mais recente da Skate para Meninas Street Show
ocorreu em novembro, na Lapa, reunindo cerca de cinquenta atletas, entre
brasileiras e estrangeiras.
MUDANÇA DE PERFIL
O avanço feminino na modalidade nos últimos cinco anos
Número de praticantes
2006: 30.000
2011: 40.000
Competições
2006: 3
2011: 10